| robson |
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| 24.07.2009 20:57:46 | |
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Babel Idiomas: ensinando línguas, quebrando fronteiras Quando comecei a planejar a Babel Idiomas, ainda em 2006, eu a tinha em mente como um projeto profissional sério, mas também sabia que ela traria muito de minha história pessoal e vida acadêmica. Eu comecei a estudar idiomas com 17 anos, muito tarde para os padrões atuais. Eu estudava, na prática, três idiomas ao mesmo tempo: alemão, inglês e francês. Ao fim de alguns anos, aprendi razoavelmente pelo menos dois deles.Bom, essa pequena parte de minha história contradiz o primeiro mito do aprendizado de línguas: você não pode estudar dois ou mais idiomas ao mesmo tempo. Quite the opposite! í‰, na verdade, o contrário. Para mim, e para vários alunos da Babel Idiomas e milhões de pessoas no mundo todo que fazem isso, o estudo de vários idiomas é complementar. Um alimenta o outro, por assim dizer. Guardadas as devidas proporções, eu costumo sempre orientar nossos alunos a estudar dois idiomas. E para isso a Babel oferece o segundo idioma mais acessível! Voltando a universidade. Meu principal idioma estrangeiro foi inicialmente alemão. Lembro-me das primeiras semanas boiando nas aulas. Até que, aos poucos, comecei a entender essa língua maravilhosa e me apaixonar a cada dia pela beleza de suas estruturas. E essa língua que parecia ser impossível aprender, começou a fazer sentido. E caiu por terra mais um mito: alemão é muito difícil! Ou: chinês é muito difícil! Como diria a professora de chinês da Babel, Lu Wenting, Esquece o difícil!â€. Uma língua só pode ser considerada difícil dentro de certos parí¢metros. Você fala que chinês é difícil em que? Gramática? Na verdade, a sintaxe do mandarim é relativamente fácil. Ou você está falando do problema da tonalidade das vocais? Em que o alemão é difícil? Nominativo, acusativo, dativo? Será que a língua alemã se resume a esses aspectos somente? í‰ com base nessas reflexões que consideramos, na Babel Idiomas, que os idiomas não podem ser um obstáculo mas sim o meio para atingir objetivos. Ele não deve criar barreiras e limites. Pelo contrário, os idiomas nos ajudam a quebrar limites e fronteiras. Daí surge a filosofia da Babel Idiomas: Ensinando Línguas, Quebrando Fronteiras!  Prof. Robson Bittencourt Referências: |








